O hatch Dolphin G contará com um sistema híbrido plug-in que combina motor 1.5 flex e um conjunto elétrico; o modelo deverá entregar até 197 cv e virá com duas opções de bateria.
A BYD está se preparando para lançar mais um veículo híbrido em solo brasileiro. Com lançamento previsto para 2027, o modelo Dolphin G será um híbrido plug-in flex produzido no Brasil. Este hatch irá integrar um motor bicombustível e um sistema de propulsão elétrica, aumentando assim a gama de compactos eletrificados da montadora chinesa.
O novo Dolphin utilizará uma configuração mecânica similar à do SUV compacto BYD Atto 2, que também é um híbrido plug-in flex e estará disponível em duas versões de bateria, proporcionando diferentes níveis de potência.
A introdução do Dolphin híbrido faz parte da estratégia da BYD para aumentar sua participação no mercado nacional, oferecendo produtos que atendam tanto os consumidores interessados em veículos totalmente elétricos quanto aqueles que preferem modelos híbridos.
BYD Dolphin G terá motor 1.5 flex
O modelo híbrido plug-in flex BYD Dolphin G reunirá um motor bicombustível de 1.5 com um propulsor elétrico. Esta configuração seguirá uma abordagem semelhante à do Atto 2, sendo disponibilizada em duas versões identificadas como GL e GS.
Na versão de entrada GL, a potência total do conjunto mecânico será de 177 cv, enquanto a variante GS oferecerá até 197 cv. Ambos os modelos terão torque combinado de 30,6 kgfm.
A capacidade da bateria diferenciará as versões: a GL contará com uma bateria de 7,8 kWh, e a GS terá uma bateria maior, com capacidade de 18,3 kWh.
No caso do Atto 2, que adotará a mesma tecnologia híbrida, a bateria menor permite uma autonomia elétrica de até 35 quilômetros, enquanto a maior possibilita rodar até 73 quilômetros apenas no modo elétrico.
Essas informações servem como referência para a tecnologia empregada, mas a autonomia específica do Dolphin híbrido flex ainda precisa ser confirmada.
Diferenças entre o híbrido e o elétrico Dolphin
Embora mantenha a estética da linha Dolphin, a versão híbrida terá características próprias em suas dimensões e estilo. Assim, não se tratará apenas de uma adaptação do hatch elétrico já disponível no Brasil.
Conforme as especificações da versão europeia, o Dolphin G híbrido possui 4,16 metros de comprimento, 1,82 metro de largura, 1,57 metro de altura e uma distância entre-eixos de 2,61 metros.
O espaço do porta-malas é generoso, com capacidade para até 425 litros e uma altura livre em relação ao solo de 15 centímetros.
Externamente, o hatch mantém traços característicos da linha Dolphin, como os faróis afilados e as lanternas traseiras que se estendem pela tampa do porta-malas. No entanto, as proporções e formas são exclusivas dessa versão híbrida.
Produção nacional como diferencial do BYD Dolphin híbrido
A produção local representa um dos principais diferenciais do novo Dolphin. A fabricação no Brasil permitirá à BYD expandir sua oferta de veículos eletrificados e reforçar sua presença em um segmento onde os hatches compactos têm grande relevância.
A união entre motor flex e propulsão elétrica possibilitará ao modelo utilizar tanto gasolina quanto etanol no motor convencional além da energia acumulada na bateria.
Por ser um híbrido plug-in, o Dolphin poderá ser recarregado externamente e contará com recursos avançados para gerenciamento da energia dentro do próprio sistema híbrido.
Essa estratégia posiciona o modelo em uma categoria distinta dos hatches puramente elétricos ao incorporar um motor a combustão na configuração mecânica.
O lançamento está agendado para 2027. Informações sobre preços, equipamentos específicos e dados sobre consumo do Dolphin híbrido flex ainda não foram reveladas.
Foto principal | BYD/Divulgação
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